Iran Galeria de Arte
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Silvio Aragão

Natural de Rio Novo.
 

Em 1934 já estava em Juiz de Fora participando da fundação do Núcleo Antônio Parreiras que, em 1941, deu origem à Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras (SBAAP). Nessa Sociedade teve atuação importantíssima como professor, artista e administrador.
 

Em Juiz de Fora residiu o resto de sua vida, exercendo a profissão de pintor de paredes, restaurador do Museu Mariano Procópio e pintor de telas. Obcecado pela pintura foi o artista mais profícuo de sua geração e pode ser considerado, pelo seu modo de vida, o protótipo do pintor juizforano de seu tempo. Participou assiduamente, sempre com premiações, dos mais importantes Salões da época, como os seguintes: Nacional de Belas Artes (Rio), Fluminense, Paulista, Mineiro e o do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul, instituição que ajudou a fundar. Sua ligação com o Rio Grande do Sul pode ser associada à amizade com o importante pintor Ado Malagoli, com quem tomou aulas de pintura na década de 1940.
 

Em 1950 recebeu o primeiro prêmio -Prêmio Hipólito Caron - na "Exposição de Arte Comemorativa do Centenário de Juiz de Fora".
 

No Salão Oficial Municipal, promovido pela SBAAP, recebeu as mais importantes premiações, sedo que a medalha de ouro lhe foi concedida como homenagem póstuma. Integrou, ainda, reiteradas vezes, o corpo de jurados desse Salão..
 

Em 1951, participou da 1ª Bienal de São Paulo com o quadro "No Ateliê" (1947), que havia sido exposto no 53º Salão Nacional de Belas Artes (Rio - 1948). Quando, em 1978, o Museu Nacional de Belas Artes montou, no Rio de Janeiro, a exposição "Artistas de Juiz de Fora", "No Ateliê" foi selecionado para representar a obra de Silvio Aragão. Essa tela pode ser considerada, do ponto de vista histórico, a mais importante obra na vasta produção desse artista.
 



45x55 cm



74x55 cm